A tecnologia trouxe para dentro dos ambientes empresariais mais praticidade, eficiência e, consequentemente, mais oportunidades. Grande parte das empresas dependem de ferramentas que ajudem a gerenciar as operações do dia a dia.

Sejam CRMs, Gestão de Capital Humano ou ERPs (Enterprise Resource Planning, que, em português, significa Planejamento de Recursos Empresariais), é certo que a automação é um braço fundamental para que a empresa se mantenha firme no mercado atual.

Mais do que isso, tais ferramentas são a base para que a empresa se mantenha competitiva frente a tantas inovações que surgem todos os dias, ajudando a impulsionar negócios e gerando, assim, oportunidades de integrações que estão cada vez mais distantes do opcional.

Hoje, pagamentos são uma opção em ofertas de gestão empresarial, amanhã serão uma necessidade, e isso afeta claramente o modelo de negócio de um ERP, seja o modelo de receita ou de estrutura. Por isso, a transformação de empresas de ERP em fintechs tem se tornado uma tendência e pode trazer diversos benefícios para o negócio.

Neste post, aprenda como abrir uma fintech dentro de uma empresa de ERP, confira os principais desafios e veja como alcançar esse objetivo. Acompanhe!

O que é ERP?

Os sistemas de ERP online consistem em um software empresarial que pode ser implantando em empreendimentos de todos os portes e segmentos de mercado. Muitas empresas desenvolvem esses programas e prestam o serviço de oferecê-los a outras organizações. Eles contam com uma interface, onde os funcionários realizam as suas atividades cotidianas.

Os ERPs vão muito além de sistemas convencionais, pois eles são compostos por diversos recursos que consomem informações de diferentes bases de dados e permitem que elas transitem entre diversos setores de uma empresa.

Conceitualmente, é uma forma de informatizar uma empresa, indo além do uso de computadores, mas integrando-os de modo eficiente para trabalharem em conjunto.

História do mercado de ERP

Quando pensamos em história, é fundamental buscarmos entender quais são as dores e necessidades do mercado em um determinado período. E no mercado de ERP e Automação Comercial isso não é diferente. Para entender um modelo de negócio, é preciso entender o seu contexto e como foi a sua trajetória.

como abrir uma fintech

 

O mercado de ERP surgiu a partir da necessidade de se ter uma gestão mais eficiente da atividade empresarial. Com o passar dos anos, mais funções foram adicionadas às primeiras versões dos softwares ERP que, aos poucos, também ficaram mais acessíveis a negócios menores.

Para facilitar a sua implantação, a partir do ano de 1980, as redes de computadores ligadas a servidores centrais começaram a expandir de forma acelerada, viabilizando o que conhecemos hoje como sistema de gestão empresarial ERP.

Embora especialistas não saibam exatamente quando esses sistemas foram denominados como ERP, ainda nos anos 80 foi acrescida a função de gerenciamento. Dessa forma, entram em cena funcionalidades associadas às áreas financeiras, recursos humanos, compras, entre outras.

Nos anos 1990, a nomenclatura atual ganhou força, em parte pela facilidade com que as empresas e pessoas começaram a adquirir os microcomputadores. No contexto empresarial, esses sistemas estarem ligados a servidores centrais permitiu uma difusão desse modelo, impulsionando o business dos sistemas de gerenciamento.

Nesse momento, os ERPs já eram bastante semelhantes aos que existem hoje em dia, e muitas empresas que os desenvolviam eram do exterior. Atualmente, empresas nacionais já desenvolvem esses softwares e os dispõem de forma segmentada para diversos tipos de necessidade de negócio.

O boom das fintechs

Nos últimos anos, um nicho de mercado vem se multiplicando. As fintechs surgiram como consequência de inúmeras características de consumo, jornada de compra e mudanças regulatórias. Quando falamos de representatividade, o Brasil é o país da América do Sul com o maior número de empresas desse tipo, de acordo com um levantamento do Finnovista, e as fintechs atuais movimentam mais de R$ 400 milhões por ano.

Mas, afinal, quais são as vantagens desse tipo de negócio?

São diversos os motivos que levaram a esse boom e uma das razões resulta da necessidade do consumidor por serviços mais acessíveis, convenientes e menos burocráticos. Grande parte das novas empresas atuam construindo serviços que podem ser consumidos a partir de um dispositivo com acesso a internet, o que permite que tudo seja resolvido de forma prática, rápida e até mesmo mais barata.

A concentração bancária foi outro fator que acabou contribuindo para que novas alternativas começassem a surgir para atender às novas demandas dos clientes. Sendo assim, umas das principais tendências que enxergamos é a descentralização dos serviços financeiros, tradicionalmente concentradas nos cinco grandes bancos brasileiros.

Nesse mesmo caminho, a digitalização e popularização dos smartphones foi um dos pontos cruciais deste aumento. Hoje, no Brasil, existem cerca de 230 milhões de dispositivos, segundo estudo da FGV. E, com isso, a distância entre empresas e clientes tem se tornado cada vez menor, a ponto de um aplicativo ser o suficiente para manter uma relação com o consumidor sem a necessidade de um negócio físico.

ERPs + fintechs: união para servir melhor

Quando falamos sobre fintechs, sua similaridade com ERPs se torna clara: ambos têm o poder de aumentar a eficiência a partir da automatização de processos manuais. As soluções que as duas frentes trazem promovem o crescimento, a visibilidade e o controle.

Tais aspectos são fundamentais para que as tomadas de decisões sejam feitas de maneira clara e, sobretudo, assertiva. Além disso, não há como negar que o caminho para se escalar o negócio se torna cada vez mais sólido e natural para um ERP que se transforma em fintech.

Transformando ERPs em fintechs: um caminho esperado

Uma vez que os ERPs foram criados para sanar os desafios de se gerir um negócio, não há caminho mais natural do que promover a criação de serviços financeiros, de modo que a presença da tecnologia voltada para questões financeiras seja mais uma forma de resolver os problemas dos clientes.

Os ERPs estão cada vez mais populares graças às integrações simplificadas e valiosas, que, junto às facilidades de uma fintech, têm o poder de ser uma grande aliada dos clientes. Elas agregam alto valor para seu serviço, uma vez que podem oferecer diferenciais para os negócios, já que se tem um sistema gerindo o negócio e ofertando serviços financeiros de forma totalmente integrada.

Dessa maneira, as empresas de ERP encontram na sua transformação em fintechs uma forma de não só conquistar mais clientes com um produto mais robusto, como também garantir mais uma fonte de renda com cada transação realizada pelos seus clientes.

Os desafios de um ERP que se transforma em fintech

Para quem está pensando em como abrir uma fintech, é necessário dizer que, uma vez fintech, o ERP terá que passar a se preocupar com as questões regulatórias do sistema financeiro brasileiro, não só para manter a credibilidade no mercado, como também para manter a transparência e atender aos requisitos necessários para funcionar.

Tal fato não é motivo real para desistências, mas, sim, para servir de alerta para que os ERPs busquem parceiros que os auxiliem a lidar com essas questões e entreguem um serviço à altura, promovendo integrações simples e rápidas, e que estejam sempre a par das regulações.

O que é preciso para se tornar uma fintech?

Se você quer se tornar uma fintech, separamos três dicas fundamentais que certamente serão úteis para você:

  • Primeiramente, faça um mapeamento das informações geradas pelo seu sistema, como o seu público o utiliza, seu modelo de negócio e todas as informações necessárias para entender como encaixar no seu contexto;
  • Após esta etapa, será necessário entender quais são as dores dos seus clientes e como ele consome serviços financeiros em seu negócio.
  • Feito isso, coloque em prática no seu modelo de negócio e passe a oferecer mais opções para os seus clientes.

Saiba mais: conheça o nosso negócio e como podemos ajudar você a transformar o seu negócio em fintech!

Quais são as vantagens de combinar fintechs com ERPs?

Agora que você sabe como abrir uma fintech, vamos conhecer as principais vantagens de se fazer isso.

Quem busca ter sucesso e êxito no mundo corporativo sabe que a peça fundamental para isso é a inovação. A tecnologia é o motor de inovação e nos setores de automação comercial e ERPs não é diferente. Métodos e ferramentas são criados a todo o momento com a finalidade de otimizar os processos.

Quando falamos em como abrir uma fintech a partir de uma empresa ERP, compreende-se todas as práticas e ferramentas necessárias para entregar um produto e/ou serviço completo para o usuário final.

Podemos citar como exemplo a realização da convergência entre os meios de pagamentos e a gestão de caixa em uma só solução, num sistema em que o lojista ou prestador de serviço consiga visualizar sua agenda de recebimentos e comandar antecipações de acordo com a necessidade de caixa apontada no ERP.

No Brasil, vemos muitos estabelecimentos comerciais em que o comprador paga em maquininhas que não estão integradas ao frente de caixa. Isso só existe no Brasil. Quando existe a figura do caixa fixo, um pinpad para aceitar pagamento com cartões integrado ao sistema de automação ou ERP faz muito mais sentido. Você não vê maquininhas de outras marcas em caixas nos Estados Unidos, por exemplo.

Os varejistas negociam tecnologia de gestão e ponto de venda com as empresas de ERP e automação e as taxas dos cartões com os adquirentes. Somado a isso, toda a automação que atende aos grandes clientes está conectada a um TEF que possui conexão com os adquirentes. Todo esse processo tem custos altos. Geralmente, os clientes negociam com pelo menos três empresas e o modelo de integração não é transparente.

No entanto, quando ERPs se transformam em fintechs, tudo se transforma em um só sistema. Quando os dados convergem e se comunicam, o processo fica integrado e todo o fluxo financeiro já está disponível no sistema. Além, é claro, de os gestores conseguirem controlar o fluxo de caixa e seus resultados finais com maior facilidade e clareza.

Case de fintech dentro de um ERP

Isso fica claro no case da Sami Sistemas (Sistema de Automação e Modernização Imobiliária), há 30 anos no mercado imobiliário, principalmente no Rio Grande do Sul. A empresa é especialista no desenvolvimento de softwares para o mercado imobiliário e para a cadeia imobiliária como um todo, além de inovar com produtos de alta tecnologia para os segmentos de locação, condomínio e vendas que incorporam toda a gestão financeira.

Atualmente, com o uso das tecnologias mais modernas disponíveis, a Sami Sistemas oferece uma plataforma que atende exatamente a uma demanda latente do mercado imobiliário. Ela traz facilidade, agilidade e segurança no gerenciamento de condomínios e unidades de locação, com menos trabalho e mais dinheiro, incorrendo em custos menores e margens financeiras maiores para as empresas.

Entenda a Sami antes e depois de se tornar uma fintech:

Antes de se abrir uma fintech

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Como fintech

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Em resumo, podemos citar as seguintes vantagens:

  • Automatização dos processos de pagamentos e transferências, em que todo o fluxo e split são feitos sem qualquer interferência humana;
  • Não necessitar de homologação e testes bancários, promovendo mais agilidade no processo;
  • Solução integrada de pagamentos e software: total controle do fluxo de recebíveis;
  • Total gerenciamento do ecossistema de pagamentos, já que o dinheiro não irá percorrer um caminho muito longo.

Para mais detalhes sobre esse processo, confira o webinar abaixo!

Como abrir uma fintech dentro de uma empresa de ERP agora?

A transformação de ERPs em fintechs garante que líderes de diversos negócios utilizem análise de dados para ver os números sob uma nova perspectiva e achar soluções realmente inovadoras para seus negócios, capazes de transformar a realidade dos mesmos e também a forma de se vender e consumir tecnologia.

Para concretizar esse objetivo, é importante contar com os parceiros certos, que forneçam as soluções necessárias para que sua empresa vire, de fato, uma fintech. A boa notícia é que nós podemos ajudar sua empresa nesse desafio:

Além de combater chargebacks, a Zoop possibilita que Marketplaces, ERPs, Empreendedores e outros tipos de negócios passem a gerenciar o fluxo transacional de seus clientes, gerando novas receitas através de serviços de conta digital, splits de pagamento e antecipação de recebíveis.

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Maurício Winiemko, 54 anos, CEO & Founder da Sami Sistemas, formação em Ciências Contábeis e há 32 anos especialista em soluções tecnológicas para o mercado imobiliário. De um pequeno software desenvolvido por ele próprio a uma das maiores empresas e referências nacionais em automação imobiliária, atualmente está pessoalmente envolvido em ser o mecanismo transformador deste mercado na era das grandes ameaças digitais.  Protagonismo, vanguarda e entrega de soluções inteligentes estão na sua lista de compromissos pessoais com seus mais de mil clientes.