Empreendedorismo

5 tipos de plataformas e-commerce e 10 critérios a considerar para escolher a melhor!

Publicado em 20 de julho de 2021 por Redação Zoop

Escolher um dos tipos de plataformas e-commerce disponíveis no mercado, para montar um negócio desse modelo, pode gerar muitas dúvidas nos empreendedores. Isso é totalmente compreensível, visto que cada uma entrega ferramentas de desenvolvimento diferentes.

Aqui, vale destacar que as plataformas e-commerce são soluções que viabilizam a criação de lojas virtuais

Esses sistemas permitem, por exemplo, incluir os produtos que serão vendidos, definir promoções e preços, fazer o gerenciamento do estoque e também a gestão financeira do comércio eletrônico.

A plataforma utilizada para as vendas via internet tem relação direta com o sucesso desse modelo de negócio. Um dos principais motivos é que ela impacta a experiência de compra do cliente. 

Por exemplo, se a solução dificultar a navegação, ou não permitir que o site abra corretamente em dispositivos móveis, isso pode fazer com que o potencial comprador desista da compra, afetando seriamente a imagem e o faturamento do e-commerce.

Por outro lado, uma e-plataforma de smart store pode ser um diferencial competitivo importante para empresas que trabalham no varejo omnichannel, como as que permitem o cliente comprar virtualmente em terminais dentro de suas unidades físicas.

Mas para ser uma solução realmente completa e colaborar com o aumento no volume de vendas, esse tipo de plataforma também deve possibilitar a oferta de diferentes meios de pagamento e garantir a segurança desse processo, um dos quesitos mais importantes para atrair e fidelizar os compradores web.

A questão é que existem diferentes tipos de plataformas e-commerce, o que pode gerar diversas dúvidas nos empreendedores na hora de escolher a melhor.

Sobre isso, é preciso considerar pontos como layout, fácil integração com outros sistemas usados pela empresa e, claro, a segurança em todas as etapas da jornada de compra do cliente.

Para ajudar você com essa questão, listamos 5 tipos de plataformas de e-commerce e 10 critérios que não podem faltar em uma solução como essa.

Continue a leitura, confira quais são, e tenha mais sucesso no seu negócio! 

Os 5 principais tipos de plataformas e-commerce

Entre os principais tipos de plataforma e-commerce estão:

  • Marketplaces;
  • Open Source;
  • Proprietária;
  • SaaS;
  • Licenciada.

Marketplaces

O marketplace é uma boa alternativa para quem está começando a vender online e não quer, ou ainda não tem condições, de investir em um site próprio.

Consiste em uma plataforma que reúne diversos varejistas e que permite que apresentem e vendam os seus produtos e serviços para o público.

Entre as vantagens para os comerciantes estão o fato que não há a necessidade de criar um portal próprio para as vendas, a visibilidade é maior, e as soluções de pagamento já estão integradas. 

Dica de leitura: “Criar um marketplace: como montar o seu shopping virtual

Open Source

Dos diferentes tipos de plataformas e-commerce, o formato Open Source é o que possui códigos abertos. Isso facilita para a empresa que vai utilizá-lo fazer as adequações necessárias de acordo com o seu modelo de negócio. 

No entanto, possivelmente, o comerciante precisará da ajuda de um time de desenvolvedores web para fazer esses ajustes.

Proprietária

As plataformas de e-commerce proprietárias seguem o caminho inverso do Open Source, ou seja, têm seus códigos fechados. Isso quer dizer que o sistema pertence à empresa que criou e disponibilizou o software.

SaaS

Plataformas e-commerce do tipo SaaS são uma espécie de loja virtual alugada. Isso acontece porque o empreendedor precisa pagar uma taxa de utilização do software, que pode ser mensal, trimestral, semestral ou mesmo anual.

Assim, uma vez que seja rompida essa parceria, o comércio eletrônico deixa de existir e os dados e informações gerados e armazenados até então tendem a ser perdidos.

Licenciada

Entre os tipos de plataformas e-commerce, a licenciada é aquela que requer a aquisição de uma licença para que o varejista possa utilizar o código fonte do sistema.

Por necessitar de uma equipe especializada para a criação e manutenção do site, acaba sendo um formato mais utilizado por grandes marcas.

Não deixe de ouvir este episódio do Papo na Nuvem:

 

Motivos para se trabalhar com comércio eletrônico

De acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), divulgados no portal UOL, logo nos primeiros meses da pandemia foram abertas mais de 100 mil lojas virtuais.

Além de atender uma necessidade dos comerciantes — que precisaram buscar inovação no varejo para superar a crise e continuar atuantes —, o comércio eletrônico foi, praticamente, a única forma durante o isolamento social mais intenso que os clientes tinham para adquirir os produtos que precisavam.

Isso abriu caminho para uma nova forma de comprar que, ao que tudo indica, veio para ficar.

O Índice Global de Compras Digitais 2020, elaborado em parceria entre a PYMNTS e a Cybersource, apontou que o percentual de brasileiros que prefere canais de compras digitais cresceu mais de 30% desde o início da pandemia e, atualmente, chegou a 46%.

Somada a essa constatação, a preferência por compras presenciais caiu 17%, desde o início desse período, maior queda apresentada até então.

Ou seja, investir em comércio eletrônico é uma forma de atender a esse novo comportamento do consumidor, bem como se adequar a um modelo de varejo omnichannel.

10 critérios para escolher uma plataforma e-commerce

Mas, como dissemos anteriormente, essa estratégia começa com a escolha da solução que vai permitir a construção desse negócio.

Por isso, além de conhecer os tipos de plataformas e-commerce, é preciso saber quais critérios analisar na hora de escolher o sistema mais adequado.

Entre os primordiais, uma boa plataforma e-commerce deve:

  • permitir fácil integração com outros sistemas já utilizados pela empresa;
  • oferecer boas soluções de comunicação com o público, tais como chats integrados;
  • contar com ferramentas de gestão incluídas, tais como de estoque e financeira;
  • ter a capacidade de absorver altos volumes de vendas, a exemplo do que acontece em datas comemorativas;
  • contribuir para que o negócio se torne escalável;
  • ter bom suporte técnico;
  • ser uma solução responsiva, que funcione corretamente em diferentes dispositivos eletrônicos, especialmente os móveis;
  • ser uma plataforma e-commerce internacional, principalmente se o varejista tiver a intenção de vender para outros países;
  • contar com um bom sistema de segurança em todos os processos, de modo que proteja o lojista e os seus clientes de eventuais fraudes na internet.

O 10º critério

Outro ponto essencial a ser considerado na hora de escolher uma plataforma para comércio eletrônico, que merece bastante destaque, se refere à oferta de opções de pagamento.

Quem trabalha com vendas online precisa ter em mente que, quanto mais amplo for o leque de oferta de meios de pagamento, maiores serão as chances de o cliente encontrar o seu preferido e fechar a compra.

Esse cuidado ajuda a atrair público e a fidelizá-lo. Por isso, a solução utilizada pelo varejista deve contar com os métodos de pagamentos mais utilizados, mas também permitir, de maneira fácil, a inclusão de novos.

Sobre isso, a nossa dica é a leitura do artigo “Melhore a experiência da sua plataforma de pagamento online com a Zoop!”.

Confira e aprimore a sua estratégia de venda, tendo as soluções de pagamento como um importante diferencial competitivo.

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