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Pagamento via QR Code: conheça mais sobre essa experiência do pagamento sem contato

Publicado em 28 de maio de 2021 por Redação Zoop

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A pandemia do novo coronavírus potencializou o uso dos pagamentos sem contato nas compras presenciais — opção, inclusive, indicada pela própria OMS, Organização Mundial de Saúde.

Com isso, o contactless e o pagamento via QR Code ganharam destaque e caíram no gosto dos clientes.

A pesquisa “Pagamentos móveis e comércio móvel no Brasil” de abril de 2021, da Mobile Time em parceria com a Opinion Box, mostrou que 53% dos brasileiros que usam smartphones já fizeram algum pagamento via QR Code

Esse número representa 18 pontos percentuais a mais que o ano anterior, e teve outro forte impulsionador de uso, o Pix, visto que os pagamentos por essa solução também podem ser realizados através da leitura de QR Code.

Ao que tudo indica, o uso desse meio de pagamento só tende a aumentar. Um dos principais motivos é o atual comportamento do consumidor, que busca soluções mais rápidas, dinâmicas e digitais.

Somado a esse, temos a chegada dos novos serviços do Pix, como regras anunciadas recentemente pelo Banco Central.

Mas, na prática, como funciona um pagamento via QR Code? O que é preciso para você oferecer essa solução aos seus parceiros de negócio? Será mesmo que a aceitação do público vai crescer? 

Confira tudo sobre o tema agora!

Como funciona o pagamento via QR Code? 

QR Code é uma espécie de código de barras, mas em 2D. Isso quer dizer que, ao contrário dos códigos de barras tidos como tradicionais que vemos, por exemplo, em embalagens de produtos, esse modelo armazena informações tanto vertical quanto horizontalmente.

Por conta dessa característica, o QR Code tem a vantagem de conseguir armazenar um volume maior de informações e dados, ampliando ainda mais as suas possibilidades de utilização.

O pagamento via QR Code funciona de maneira bem simples. Basicamente, basta que o cliente posicione a câmera do celular na imagem para que o dispositivo possa fazer a leitura e dar prosseguimento à operação.

Considerando que a maioria dos smartphones fabricados atualmente já contam com essa tecnologia, a adesão do público para utilização dessa solução para fins de pagamento de compras e contas tende a ser bem grande.

Para quem deseja oferecer o pagamento via QR Code aos clientes, há duas possibilidades: a primeira é utilizar um aplicativo que gere o código a cada compra, e a segunda é usar maquininhas de cartão que façam essa função.

Dica de leitura: “Como trabalhar com máquina de cartão? Quais as vantagens? Veja o passo a passo

Como está a aceitação e uso desse meio de pagamento no mercado?  

Uma pesquisa realizada em janeiro de 2021, pela empresa britânica de consultoria Juniper Research, estima que o número de pessoas que farão algum pagamento via QR Code vai passar dos atuais 1,5 bilhão para 2,2 bilhões até 2025, em todo o mundo

Segundo o levantamento, esse percentual representa 29% dos usuários mundiais de smartphones.

Aqui no Brasil, a tendência é que o uso dessa solução tenha importante crescimento, principalmente devido às novas regras do Pix estabelecidas pelo Banco Central.

Recentemente, o Banco Central anunciou quais são as atualizações da agenda de lançamento do Sistema de Pagamentos Instantâneos, o Pix

A chegada do Pix Agendado (que permite transferências com data futura), mas especialmente do Pix Cobrança, muda as regras e exige que as instituições adeptas à solução disponibilizem pagamento via QR Code para os clientes até o dia 30 de junho de 2021.

A influência do Pix Cobrança nos pagamentos via QR Code

O Pix Cobrança é uma solução de pagamento que funciona similar a um boleto bancário. Ou seja, ele permite que a cobrança tenha data de vencimento futura. No entanto, uma vez realizada, o valor cai imediatamente na conta do recebedor.

De acordo com o Banco Central, a oferta desse novo serviço é obrigatória aos participantes e passa a valer a partir de 14 de maio de 2021. 

Se, porventura, as instituições adeptas ao sistema não conseguirem proporcionar a experiência completa ao cliente até a data limite (30 de junho) deverá, pelo menos, fazê-la de forma parcial.

Isso quer dizer que o Pix Cobrança deve permitir o pagamento via QR Code com data futura até esse prazo. Caso isso não seja possível, precisa possibilitar, no mínimo, que o pagador consiga fazer a leitura do QR Code na data do vencimento.

De qualquer forma, a oferta de pagamento por QR Code se torna obrigatória e, considerando a facilidade do processo que se une à principal característica do boleto, a expectativa é que haja boa adesão do público.

Aproveite e ouça este episódio do Papo na Nuvem:

Como implementar esse meio de pagamento e quais máquinas de cartão aceitam? 

Como dissemos anteriormente, há duas formas de permitir que o consumidor realize pagamento via QR Code: gerando o código via aplicativos ou sites, ou utilizando uma máquina de cartão compatível com essa solução.

O iFood é um bom exemplo de empresa que, há algum tempo, já permite que os clientes finais utilizem esse meio de pagamento.

Em parceria com a Zoop, a empresa que é líder em delivery de alimentos e refeições, criou as suas próprias soluções de pagamentos, incluindo a opção de QR Code.

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E se quiser oferecer aos seus parceiros de negócio máquinas de cartão com solução de pagamento via QR Code, a Zoop disponibiliza modelos que atendem a essa necessidade, bem como para pagamentos por aproximação.

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