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Plataforma de pagamentos: como escolher a melhor? Não caia em furada!

Publicado em 06 de outubro de 2020 por Redação Zoop

Uma plataforma de pagamentos on-line é uma solução que recebe os valores pagos pelos compradores e repassa aos vendedores. 

Ou seja, é essa intermediadora que vai tramitar o dinheiro de e-commerces e marketplaces até que chegue a eles.

Por isso, saber escolher a melhor parceria nessa área é fundamental para o bom funcionamento de negócios desse segmento — e ainda evita muita dor de cabeça!

Um estudo feito pela NZN Intelligence mostrou que os hábitos de consumo dos brasileiros estão mudando. A prova disso é que 82% já fizeram alguma compra on-line.

Aliás, a pesquisa também apontou que 74% dos entrevistados preferem comprar via internet a ter que comparecer a uma loja física.

No entanto, da parcela de entrevistados que ainda preferem comprar de maneira presencial, 40% justificam essa preferência por receio de informar seus dados em sites, especialmente os números de cartões.

Como conquistar também esse público, além de garantir mais vendas? Uma boa maneira é oferecendo meios de pagamento confiáveis, que transmitam segurança tanto para o cliente quanto para o lojista, por meio de uma boa plataforma de pagamento. Entenda mais!

 

Critérios a considerar na hora de escolher uma plataforma de pagamentos

Plataforma de pagamentos on-line é uma interface responsável por intermediar pagamentos realizados em transações financeiras via internet. 

De maneira bem resumida, a ferramenta recebe o dinheiro pago pelo comprador e faz o repasse ao vendedor.

Uma das peças fundamentais para o bom funcionamento e sucesso de marketplaces e e-commerces, a plataforma de pagamento certa ajuda esses negócios em diversos aspectos, tais como:

  • promove uma experiência de compra mais rápida, segura e agradável ao cliente;
  • oferece ao lojista mais segurança no gerenciamento de seus recebíveis;
  • ajuda a aumentar as taxas de conversão;
  • confere credibilidade ao comércio virtual;
  • contribui para a redução das taxas de inadimplência.

 

Aqui, vale lembrar que o comércio eletrônico vem movimentando cada ano mais dinheiro.

De acordo com a 40ª edição do  estudo Webshoppers, desenvolvido pela Ebit/Nielsen, o faturamento do denominado Digital Commerce (vendas B2C e marketplaces) foi de R$ 133 bilhões, representando um aumento de 18% em comparação ao ano anterior.

Porém, para alcançar esses e outros resultados positivos é preciso considerar diversos critérios, entre eles, os que envolvem a escolha de uma boa plataforma de pagamentos. Veja agora os principais.

 

Reconhecimento do consumidor

Como o público interage com solução que está considerando para o seu negócio? É fundamental analisar como a intermediadora é vista pelo público e a reputação que transmite.

Afinal, será nessa interface que os dados dos compradores serão lançados. Se não transmitir credibilidade e segurança, há o risco de a compra não ser efetivada ao chegar na etapa de pagamento.

 

Sistema antifraude

É essencial que a plataforma de pagamentos escolhida disponha de um bom sistema antifraude, como criptografia de transações e selo PCI Compliance (Padrão de Segurança de Dados para a Indústria de Cartões de Pagamento).

Recursos como esses analisam os riscos das operações — inclusive de chargebacks, que é quando o consumidor solicita o valor pago de volta após concluir a compra — ,  minimizando ao máximo possíveis transtornos tanto para o comprador quanto para o vendedor.

 

Antecipação de recebíveis

Poder antecipar os recebíveis de um negócio ajuda a manter um bom fluxo de caixa e pode ser uma solução para os meses de menor lucratividade.

Por isso, ao escolher a intermediadora de pagamentos on-line, é preciso considerar se há essa possibilidade e quão fácil ela é de ser realizada.

 

Taxas e tarifas cobradas

Os valores cobrados para utilização da plataforma de pagamentos pode influenciar no seu faturamento e até no preço cobrado dos clientes.

Na hora de escolher a melhor solução é preciso considerar quais e como as taxas são cobradas, por exemplo, elas podem incidir de acordo com o número de transações efetivadas, número de parcelamentos, ter valores diferentes para cartões e boletos etc.

 

Regulamentação Bacen

A regulamentação do Banco Central para marketplaces, em vigor desde setembro de 2018, considerou que esses negócios como facilitadores de pagamento. Por conta disso, foi necessário que esse segmento se adequasse e se integrassem à CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos).

Com isso, todas as liquidações de operações realizadas com cartão de crédito e débito precisam ser centralizadas na CIP.

Uma maneira de resolver essa questão é tendo um fornecedor de infraestrutura de pagamentos que já cumpra as exigências do Banco Central.

Por esse motivo, um dos critérios a ser considerado na hora de escolher uma plataforma de pagamentos é verificar se a intermediadora atende a regulamentação do Bacen.

Entenda melhor sobre a regulamentação ouvindo este podcast:

 

Facilidade de integração

No entanto, todos os pontos anteriores só serão válidos se a interface escolhida for compatível com a loja virtual. Também é importante que a solução seja de fácil integração.

Além disso, é indicado que ofereça APIs (Interface de Programação de Aplicação) que permitam diferentes funcionalidades e um bom suporte técnico.

 

Funcionalidades essenciais que uma plataforma de pagamentos deve ter

Mas uma plataforma de pagamentos só pode ser considerada ideal se contar com as funcionalidades que vamos descrever a seguir.

 

Oferta de diferentes meios de pagamento

Uma boa oferta de meios de pagamento é importante para dar ao consumidor diferentes opções e, dessa forma, contribuir para que ele não desista da compra. Aqui, é interessante considerar e oferecer especialmente os mais utilizados.

Por exemplo, o cartão de débito é a forma de pagamento usada por 52% dos brasileiros e o de crédito por 46%, segundo a Distrito. Com relação ao volume de dinheiro movimentado, os cartões representam R$ 1,5 trilhão, sendo R$ 965,5 bilhões só na função crédito.

 

Checkout transparente

O checkout de pagamento é a parte final da compra on-line, momento no qual o cliente vai efetivar o pagamento do produto escolhido.

Existem duas opções de checkout, o padrão e o transparente:

  • checkout padrão: o consumidor é direcionado para um ambiente fora da loja virtual, ou seja, para uma tela da plataforma de pagamento;
  • checkout transparente: toda transação é realizada dentro da própria loja virtual.

 

Segundo a Forrester Research, empresa de pesquisa de mercado, 11% dos abandonos de carrinhos em lojas virtuais acontecem devido a checkouts complexos.

Assim, ainda que ambos sejam funcionais e tenham suas vantagens, o checkout transparente tende a agilizar o processo de pagamento, ao mesmo tempo em que transmite mais credibilidade e segurança ao cliente.

 

Split de pagamento

O split de pagamento é um recurso indispensável para os marketplaces, pois garante a divisão automática dos valores de vendas entre os envolvidos na transação.

Uma plataforma de pagamento que ofereça essa solução ajuda a otimizar e a reduzir falhas nesse processo.

 

Possibilidade de gerar cobranças recorrentes

Para quem trabalha com serviços ou clubes de assinatura que geram pagamentos recorrentes, é importante contar com um intermediadora que permita, de maneira fácil e rápida, gerar esse tipo de cobrança aos clientes.

As cobranças recorrentes contribuem para que os valores sejam debitados automaticamente, após autorização do comprador, sem que esse precise lembrar todos os meses de sua quitação, o que também ajuda a reduzir as taxas de inadimplência.

 

Compra com um clique

A opção “Compra com um clique” ou “One-click buy” salva, de maneira segura, os dados do cliente. Dessa forma, ele não precisa informar tudo novamente a cada nova compra, otimizando seu tempo e contribuindo para mais conversões.

 

Como comparar os planos e preços

A maneira mais indicada de comparar planos e preços de plataformas de pagamento é confrontando todos os recursos oferecidos por cada uma das opções e, no final, considerar o melhor custo-benefício.

No momento de ‘bater o martelo”, é essencial lembrar que a intermediadora escolhida deve suprir todas as necessidades da comércio eletrônico, indo desde os meios de pagamento que pretende oferecer aos clientes, até a disponibilidade do suporte técnico em caso de dúvidas ou problemas.

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